Influenciadores

Eu sempre fui um pouco discriminado, para não dizer criticado, sobre como sou influenciado emocionalmente na hora de criar ou de fazer qualquer outra coisa, eu – e acredito que muitas outras pessoas, senão todas – não consigo ficar indiferente quando estou preocupado com alguma coisa, se sofro algo, ou estou feliz com algo, aquilo influi positiva ou negativamente nas minhas criações e até mesmo comportamento, modo de falar em tudo.

E hoje estive meditando sobre isso, sobre como Deus usa nossas personalidades, nossas emoções, e o quanto que somos atingidos positiva e negativamente pelo ambiente para o bem de sua obra.

Exemplos de Personalidades usadas “para o bem”

Imagine Pedro, um homem que estava sempre pronto a falar, desafiar, como foi usado em pregações intrépidas e de autoridade para a conversão de milhares.

Olhem para Paulo, como sua introspecção foi usada para escrever verdadeiros tratados teológicos e sobre a vida cristã em suas cartas, assim como lhe deu conhecimento para pregar a reis e governantes de sua época.

Ou até mesmo Martinho Lutero, que se desvencilhou da Igreja Católica e as divergências da Palavra, porque tinha um temperamento explosivo e apaixonado.

Como temos vivido?

Qual é nosso temperamento, o quanto que temos influenciado o ambiente em que vivemos com nossas certezas e dúvidas, o quanto que temos influenciado o ambiente em que vivemos com nossos sonhos?

Será que temos cultivado os nossos sonhos e convicções de forma que, com nossa personalidade, possamos mudar o mundo?

Como devemos viver?

Mas a verdade é que precisamos de homens que lutem por seus sonhos, por suas convicções, homens que vivam a Palavra de forma tão profunda e verdadeira que se sintam abalados por ela, de forma a transformarem o mundo onde vivem, transformarem gerações e ambientes.

Precisamos “salgar esse mundo”, fazer diferença, precisamos deixar Deus agir por meio de nossos sentimentos mais profundos e assim mudar nosso mundo, deixá-lo mais parecido com o que Deus planejou e, para isso, nada melhor do que deixar nossos sentimentos se transformarem em ferramentas de transformação.

Precisamos ser influenciadores, mas só seremos se formos influenciados, por nossos sentimentos e, principalmente, pela Palavra de Deus.

Imagens: erichews e ffffound

22 outubro,2008 at 3:04 pm 1 comentário

Batismo Bíblico

Antes do Batismo

Antes do Batismo

Muitos de nós já não mais pensam sobre o que significam seus atos de fé, o que significam o que fazemos na Igreja, vivemos hoje em um cristianismo sem solidez na Palavra, sem firmamento e fundamentação nas escrituras.

O quanto temos nos preocupado em sentir, intelectualmente, fisicamente e sentimentalmente o Evangelho? Pois como Jesus disse:

“O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” Mc.12:29-31

Não devemos amar a Deus somente com o coração, nem somente com a alma, tampouco somente com o entendimento e também não somente com as forças.

Devemos amar a Deus com todos esses ítens, para que nossa adoração seja completa e completamente agradável a Deus e esse conhecimento, para que sejamos perfeitos perante Deus, vem somente através da Palavra de Deus, como disse Paulo a Timóteo (2Tm.3:16-17)

Mas o quanto temos pensado nisso? O que significa aceitarmos a Cristo, o que significa o próprio batismo?

É isso que Deus me levou a meditar hoje, ao ler os capítulos 15 e 16 de Levíticos. Anotei meu pensamento no pequeno.mestre, confira: tome.um.banho!

Imagem: Praiseyah

21 outubro,2008 at 1:31 pm Deixe um comentário

Igreja… de quê?

Tenho lido muito nos últimos tempos. Há algo que me chama para o ensino da história da Igreja. O que me conforta nisso é que dizem que nos interessamos quando amamos algo. Por amar a Deus, penso vir dEle essa inspiração e desejo.

Em um desses livros – Gigantes da Fé, de Franklin Ferreira – me deparei com o que posso chamar de “conto moderno”, uma história improvável sobre um doutor inglês do início do século XX, um famoso e promisso médico, que largou tudo pelo seu grande amor, sua grande paixão, Jesus Cristo.

Dr. David Martyn Lloyd-Jones foi um grande pregador moderno, pelo que me parece e suas palavras eram interessantes, pelo que já pude notar nesses dias de estudo.

Dr. David Martyn Lloyd-Jones

Dr. David Martyn Lloyd-Jones

Mas o que me chama a atenção são alguns de seus pensamentos, extraídos de um livro que tenho em mãos, que são nada mais do que uma série de sermões das Conferências sobre o Puritanismo, que ocorreram na Capela de Westminster, quando Dr. Lloyd-Jones a presidiu.

Os historiadores que me perdoem pela minha leitura leiga do texto, mas um dos pensamentos que me fascina no livro e no decorrer das palestras é a busca de um cristianismo “Paulino”, um cristianismo que reflita bem as verdades do Evangelho, conforme foram passadas aos apóstolos, mas sem excessos. E isso faz, em uma das palestras – de 1968, para ser mais exato – com que Lloyd-Jones chegue a um clímax dizendo algo sobre as denominações

Mas agora levanto esta questão: não seria tempo de pôr um fim nisso tudo, e de parar de usar e debater esses nomes de homens (das denominações)? Sei da dificuldade. O argumento é: “Bem, você tem que chamar a Igreja de alguma coisa, você tem que mostrar como uma difere das outras’. Entretanto, estou levantado a questão sobre se devemos fazer isso; se não devemos meramente, como resultado de tudo o que estivemos considerando nesta Conferência, e de tudo o que sabemos da história destas questões, decidir que no futuro tudo que nós colocaremos nos quadros de aviso dos nossos edifícios será – “Igreja Cristã”.


Se alguém vier perguntar-me: “Mas o que ensinam ali? “Responderei: “Vá e ouça”. Por que havemos de pôr um aviso que irá excluir as pessoas? Que se faça saber que ali será pregado o evangelho. Para isso a Igreja existe. Deixemo-las entrar, deixemo-las ouvir; logo verão o que está sendo pregado e, então, poderão decidir por si mesmas se voltarão ali ou não. Por que será necessário endurecer as coisas sobre as quais discordamos e sobre as quais divergimos, e endurecê-las a ponto de “colocá-las em cartaz”? Isto sempre causou grande confusão no mundo de fora. E sabemos que continua causando confusão nos dias atuais. Não seria isto um dos maiores obstáculos à evangelização? Noutras palavras, não pesaria sobre nós a culpa do pecado de cisma justamente neste sentido? E o aumentamos, colocando esses rótulos. Tudo que precisamos anunciar é que está é uma igreja cristã, um lugar onde o evangelho é pregado. Não poderíamos restringir-nos a isso?

Será que nosso Cristianismo atual pode ser chamado mesmo de cristianismo ou o distorcemos e o deixamos se ferir tanto a ponto de sairmos do Evangelho de Cristo e pregarmos um simples e perigoso legalismo que não conta com a Graça? Ou será que vivemos um cristianismo que pregamos Graça, mas não pregamos arrependimento? Será que pregamos um conceito teológico ou a Palavra simples e pura, que é a Palavra de Deus?

Será que temos tido uma visão correta das doutrinas bíblicas ou nos aproximamos de um dos perigosos extremos?

Meditemos na Palavra, única fonte de Fé, Verdade e nosso único Guia para o Caminho, que é Cristo.

Imagem: Kevin Mattheus

21 outubro,2008 at 1:12 pm Deixe um comentário

SilasLand

Cada escritor tem seu escritório, cada pintor seu atelier, cada chef sua cozinha, cada músico seu estúdio.

Cada um de nos precisa de seu espaço para criar, para imaginar, ser feliz.

É isso que aqui venho buscar, tranqüilidade, inspiração para criar, uma maneira simples de se ver a vida, explicá-la, contá-la vivê-la, aonde mais me influi.

Esse é meu blog, SilasLand.

29 maio,2008 at 1:18 pm Deixe um comentário

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Sou Silas Klein. Designer por paixão e publicitário pelos caminhos da vida. Este é meu blog pessoal.

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